Na Konica Minolta, práticas como eficiência energética, economia circular, bem-estar dos colaboradores e boa governança contribuem para reduzir riscos, aumentar eficiência operacional, fortalecer relações comerciais e proteger a reputação da marca.
A Konica Minolta estruturou o ESG como disciplina de gestão: governança, transparência, gestão de risco e criação de valor para os clientes. Em Portugal, esta estratégia passa à prática com iniciativas, métricas e planos específicos: pegada carbónica, auditoria energética, circularidade, programas sociais e auditorias.
Os clientes passaram a exigir maiores compromissos e evidências referentes ao desempenho ESG e de responsabilidade social. Passaram a esperar que as marcas assumam responsabilidade pelo seu impacto ambiental e social, demonstrem coerência e sejam transparentes. Hoje, já não basta oferecer um bom produto ou serviço: espera-se que as empresas contribuam positivamente para a sociedade, respeitem as pessoas e o planeta, e sejam éticas na forma como operam.
Na Konica Minolta isso reflete-se na crescente valorização dos critérios ESG em processos de compra, concursos públicos e parcerias estratégicas. Para construir uma relação de confiança entre as marcas e os clientes existem os seguintes pilares fundamentais:
- Evidência e mensurabilidade: medir e auditar (pegada carbónica, auditorias energéticas, auditorias de privacidade e AML/CTF);
- Consistência e escalabilidade: normalizar respostas ESG, e capacitar as equipas de vendas e de suporte com uma knowledge base robusta, potenciada por ferramentas de IA e que permita aumentar a consistência e a qualidade;
- Governança e transparência: reforço de governação, transparência e gestão de risco como parte explícita da missão;
- Relevância para o cliente: transformar ações em valor para o cliente e apoio no cumprimento dos seus objetivos;
- Coerência cultural interna: medir e melhorar o impacto percebido pelos colaboradores e promover o engagement com ações internas específicas.
RESPONSABILIDADE SOCIAL E INVESTIMENTO ESTRATÉGICO
Quando a responsabilidade social deixa de ser vista como custo e passa a ser encarada como investimento estratégico, permite o equilíbrio, de acordo com Marco Lourenço, entre a pressão por resultados e o trabalho focado na responsabilidade social de uma marca.
Na Konica Minolta, práticas como eficiência energética, economia circular, bem-estar dos colaboradores e boa governança contribuem para reduzir riscos, aumentar eficiência operacional, fortalecer relações comerciais e proteger a reputação da marca. Ou seja, resultados financeiros e impacto positivo não são opostos, são cada vez mais interdependentes.
Assumindo que o equilíbrio se atinge quando ESG deixa de ser um ‘extra’, e passa a ser alavanca do negócio e de mitigação de risco.
Futuramente o propósito será um ponto de partida, não um diferencial por si só.
O que diferenciará as marcas será a capacidade de provar impacto real, com dados fiáveis, integração do ESG na cadeia de valor e inovação responsável. Tecnologia, digitalização, inteligência artificial e sustentabilidade terão de caminhar juntas, com foco na criação de valor partilhado.
Marcas que não consigam demonstrar resultados concretos perderão relevância e, nos próximos anos, a relação entre marcas e sociedade vai ser cada vez mais sobre ações concretas: impacto mensurável, transparência e consistência.
Na Konica Minolta, estamos a transformar ESG na prática diária, com governança e gestão de risco, iniciativas de circularidade e descarbonização, e mecanismos de escuta dos clientes e colaboradores. A confiança passará a ser construída com dados, auditorias e resultados, e não apenas com comunicação. A sociedade e os clientes, vão exigir evidências, mais do que uma enumeração de boas intenções.
Na Konica Minolta, há uma preocupação contínua em desenvolver e ações que não possam ser encaradas (erradamente) como greenwashing, e a melhor resposta para a transparência é a fiabilidade de dados e uma comunicação responsável para garantir consistência e rigor nas afirmações ESG.