No Mês Europeu da Cibersegurança, a Konica Minolta alerta para os novos desafios que a inteligência artificial (IA) coloca à proteção da informação nas empresas e defende uma abordagem mais integrada à segurança dos sistemas e ambientes de impressão. A preocupação é sustentada pelos dados do estudo Print Security Landscape 2026, da Quocirca, segundo o qual 54% dos decisores de TI inquiridos receiam que esta tecnologia seja utilizada para desenvolver ameaças mais sofisticadas e difíceis de detetar, face aos 40% registados em 2025.

“A inteligência artificial está a transformar a forma como as empresas trabalham, mas também a complexidade dos desafios que enfrentam na proteção da informação. Num contexto em que os documentos e os dados circulam entre diferentes dispositivos, plataformas e localizações, a cibersegurança não pode depender de medidas isoladas ou pontuais. Exige uma abordagem preventiva, uma gestão contínua e a integração da segurança em toda a infraestrutura tecnológica. É essa visão que orienta a nossa estratégia e o desenvolvimento de soluções que ajudam os clientes a proteger a informação e a acompanhar a evolução dos seus negócios”, afirma Jorge Ferreira, Director de Marketing da Konica Minolta Portugal e Espanha.

A dimensão deste desafio é reforçada por outros indicadores da Quocirca. Os ciberataques potenciados pela IA surgem como a principal preocupação de segurança associada aos ambientes de impressão, identificada por 31% dos participantes, seguidos das vulnerabilidades de firmware e hardware, referidas por 29%. A consultora chama ainda a atenção para os riscos associados a infraestruturas com equipamentos de diferentes fabricantes, nas quais a diversidade de configurações de segurança, os ciclos de atualização e a utilização de ferramentas de gestão distintas podem dificultar a proteção dos sistemas. 

A necessidade de reforçar a segurança torna-se particularmente relevante num contexto em que cerca de 80% das organizações inquiridas continuam a depender fortemente da impressão, embora apenas 31% considerem estas infraestruturas um risco significativo. Esta diferença entre a utilização dos equipamentos e a perceção das vulnerabilidades contrasta com os indicadores de perda de dados: 67% das empresas participantes reportaram incidentes desta natureza associados à impressão, face aos 56% registados no ano anterior. Entre as pequenas e médias empresas, 71% indicaram ter sofrido pelo menos uma violação de dados relacionada com a impressão nos últimos 12 meses. 

É perante estes desafios que a Konica Minolta tem vindo a reforçar a sua estratégia de segurança, reconhecida pelo quinto ano consecutivo com a classificação de Líder no relatório Print Security Landscape 2026, da Quocirca. A avaliação independente destaca três dimensões da oferta da empresa: as certificações de segurança dos equipamentos, a gestão contínua baseada na cloud e a integração com a arquitetura de impressão na cloud da Microsoft. 

Entre os fatores valorizados pela consultora estão as certificações independentes dos dispositivos bizhub i-Series e a plataforma Shield Guard, que permite gerir centralmente políticas de segurança, monitorizar o cumprimento dos requisitos definidos e identificar alterações nas configurações dos equipamentos. A Quocirca destaca ainda as capacidades de gestão remota, que facilitam a aplicação de atualizações e a manutenção de níveis consistentes de proteção em diferentes ambientes de impressão. 

A integração com o Microsoft Universal Print completa esta abordagem, ao permitir a adoção de modelos de impressão na cloud com mecanismos de controlo de identidade e políticas de segurança integradas. Desta forma, a Konica Minolta procura responder às necessidades de organizações com infraestruturas cada vez mais distribuídas, através de soluções que articulam a proteção dos equipamentos com a gestão dos documentos e dos fluxos de informação.

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